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sexta-feira, 28 de março de 2008


SEICHO-NO-IE DO BRASIL
inicia trabalho de conscientização ambiental

Autor:Circulo de Harmonia - Janeiro / 2008

“Se continuarmos destruindo florestas e matando animais, chegará o dia da‘prestação de contas’ e seremos agredidos pela própria Natureza. Também nasrelações humanas, se causarmos danos aos outros, um dia sofreremos danos dealgum modo e nos tornaremos infelizes. Por outro lado, se contribuirmos para obem dos outros, amando-os, protegendo-os e contribuindo para o desenvolvimentoe prosperidade deles, seremos também amados, protegidos e beneficiados. Atéagora, os homens têm causado muitos danos às mais variadas espécies de animaisdeste planeta. E, em conseqüência da agressão ao ambiente, vêm sofrendoproblemas graves, tais como: escassez de provisão, alterações climáticas,catástrofes etc.” (Do livro Viver com Alegria, de autoria do prof. Seicho Taniguchi, pág. 20)
Em defesa do meio ambiente, a SEICHO-NO-IE DO BRASIL cria o “Grupo de Racionalização e Conscientização Ecológica”, sob a liderança do Diretor da SEICHO-NO-IE DO BRASIL, preletor Ademir Camillo Teixeira. Esse grupo é composto de colaboradores da Sede Central e da Subsede da instituição.
No dia 27 de novembro de 2007, foi o lançamento oficial do grupo, com a reunião para organizar os trabalhos da semana, em que houve o início da “Semana do Meio Ambiente”. O preletor Ademir apresentou a equipe e fez uma explanação sobre o objetivo do grupo: iniciar um trabalho de conscientização ambiental dos colaboradores da Sede Central e Subsede para que, posteriormente, possa haver o enquadramento nos pré-requisitos da ISO-14001, conforme a vontade de nosso Vice-Supremo Presidente, prof. Masanobu Taniguchi.
O grupo conta com os seguintes colaboradores: a idealizadora do projeto, preletora Maria Marques Porfírio, da Superintendência de Recursos Humanos; a líder da iluminação Cíntia de Alencar, da Superintendência de Comunicação; Celso Yoshinami, da Superintendência de Administração; Simone Mello de Oliveira e Simone Rodrigues, do Departamento de Educadores; a líder da iluminação Luciana Trevisan Pissuto, do Gabinete de Marketing; e Sheila Miyazaki, da Superintendência da Associação Fraternidade. O grupo também pode contar com a colaboraçãode Ernesto Miyaura, para a ilustração e criação do mascote.
Na Semana do Meio Ambiente, foram desenvolvidos os seguintes trabalhos de conscientização: todos os colaboradores foram convidados para uma aula participativa na qual foi exibido um filmesobre a importância da reciclagem e demonstrado efetivamente o trabalho que a Seicho-No-Ie tem feito com relação a esse ponto (vide o quadro abaixo); também foram montados murais em que os colaboradores puderam aprender mais sobre o assunto e deixar suas dicas; foi criado um e-mail para receber as sugestões dos colaboradores (meioambiente@sni.org.br), que também foi utilizado paradivulgar dicas ecológicas e para que os colaboradores respondessem a uma pesquisa sobre o conceito que cada um tem sobre o tema, bem como sugestões para incrementar a conscientização ecológica.
O “Grupo de Racionalização e Conscientização Ecológica” agradece a colaboração de todos os envolvidos e conta com a participação efetiva de todos para que possamos tornar este planeta Terra um lugar harmonioso e proporcionar uma vida paradisíaca aos nossos descendentes.

Circulo de Harmonia - Janeiro / 2008

terça-feira, 25 de março de 2008

O MEIO AMBIENTE INTERIOR


29/10/2007

Autor:Circulo de Harmonia - Outubro / 2007


Nem só de reciclagem de lixo vive um cidadão consciente. Tanto nos livros do prof. Masanobu Taniguchi (Caminho da Paz pela Fé e Primeiro Passo para a Paz), quanto em palestras sobre defesa do meio ambiente, como a do preletor Ariovaldo Adriano Ribeiro, feita na Convenção dos Jovens, em 1o de setembro, aprendemos sobre a natureza espiritual do ser humano e que os pensamentos são o pior fator poluidor do planeta.
Compreendendo Kanzeon Bosatsu – Na página 229 do livro Caminho da Paz pela Fé, o prof. Masanobu define: “A questão ambiental da Terra faz parte dos ensinamentos de Kanzeon Bosatsu,que está na retaguarda da Natureza”. Ou seja, o corpo de Kanzeon é a terra, é o povo, sou eu, é você.
Conforme a mitologia oriental, Kanzeon Bosatsu é a deusa que, sem ir para o nirvana, após estar totalmente purificada, compadeceu-se dos sofrimentos da humanidade (presentes na mente humana) e decidiu não ir para o paraíso. Desde então transforma seu corpo para pregar os ensinamentos e retirar a ilusão da mente do ser humano.
Expressão da misericórdia dos céus, Kanzeon Bosatsu também é a fome, o medo, a consciência, a mente, a situação atual. Compreender isso é a libertação do indivíduo: a família, a briga, a mágoa, a dor, o erro – tudo é Kanzeon, tudo é misericórdia divina para nos conduzir ao Grande Caminho.
Tudo é um sermão de salvação – Conforme ensina o sagrado mestre Masaharu Taniguchi, “a ondulação das montanhas, as nuvens que flutuam, o rumor dos ventos e o murmúrio das águas – tudo são sermões misericordiosos de Kanzeon Bosatsu”.

Com base nesse princípio, em tudo existe alma. Em suas palavras e seus pensamentos também existe uma vida intensa. Toda palavra que você lança no mundo, seja pensada, fisionômica ou verbal, possui uma “alma”.
Portanto, todo pensamento traz, em si, libertação ou escravidão. Purificar a mente ambiciosa, o coração rancoroso, o espírito em atrito é defender o meio ambiente, que reflete a “vibração” coletiva da mente humana – lançamos, nas matas e nos céus, as dores de nossa alma.
O progresso individual não garante a felicidade – Nossa conexão com o todo nos faz chegar a uma conclusão óbvia: a mente que age egoisticamente, pensando apenas no próprio benefício, não é feliz, por mais posses que acumule. É a evolução do espírito que traz felicidade, é o fluir em harmonia com o todo que torna alguém rico de verdade.
Carregamos o poder de um santo. Corrigir o rumo dos nossos próprios pensamentos ajuda a abençoar todo o planeta. O que é “santo” em nós não é evidente: um sorriso, um elogio, um suspiro, um carinho, um olhar, um beijo terno, um gesto de afeto, uma canção, uma leitura – enfim, em tudo vive o que é “santo” e através dele se consegue tocar na alma do outro, de modo a apreender Deus na própria mente e lançar sobre todos um olhar de divindade.
Pensamentos felizes nos colocam dentro do Livro da Vida – Árvores, nuvens e animais; dar bom-dia, agradecer a alguém e perdoar uma bobeira; sons, leis e caminhos dos rios; enfim, em tudo você imprime a Vida numa página em branco, a cada pensar. No vazio, você pinta a realidade, conforme a natureza de seus pensamentos.
Tudo é nada, e tudo o que vemos na Natureza nasce de uma Idéia Divina que imprime cores no mundo. Tudo ao redor caminha, flui, exercita, renasce – porque já contém ética e Vida. As idéias humanas impuras é que agridem as expressões das idéias divinas.
A vida pulsa e se comunica com tudo, não pelo que se vê ou se conceitua, mas por um diálogo silencioso, santo. O rio liga-se ao céu pelo fluir invisível do vapor das águas – é uma conversa de amor, sem palavras, um essencial ao outro. O rio, o céu, o nosso pensamento, a água, a nossa gratidão e o ar são uma só vida.
Um ser humano que não consegue ver a unidade que possui com o próximo e com tudo que o cerca torna-se inquieto com suas próprias coisas. A idéia humana que se afasta da “idéia divina” nasce de um querer egoísta. Esse egoísmo lança ao planeta uma “onda” de pensamentos que pinta de cinza o silêncio da atmosfera astral e física. Salas, praças, quartos e matas estão todos “online” com seus pensamentos.
O “querer” segurar aquilo que gosta por temor do futuro ou do desconforto gera a desarmonia com o cônjuge e a poluição do rio, gera o desemprego e o efeito estufa.
Cada pensamento comunica - se com cada folha de árvore, e cada olhar de ternura a um familiar lança um hino de paz ao resto do mundo. “Tudo me pertence, estou dentro de tudo e tudo está dentro de mim.”
Fale com o céu, separe seu lixo. Declare sua unidade com as estrelas, economize água. Proteja as florestas, faça a Oração pela Paz Mundial. Mande um presente para Deus, faça um elogio a alguém. Tornese cada vez menos apenas um ser humano, sinta-se cada vez mais toda a humanidade.

Circulo de Harmonia - Outubro / 2007

TERRA PLANETA ÁGUA - ALERTA DA SEICHO-NO-IE

TERRA PLANETA ÁGUA

5/3/2008


A Seicho-No-Ie, em escala mundial, é um dos grandes incentivadores de conscientização acerca dos riscos ambientais que corremos. Também na questão da água, propagamos a importância de preservação dos mananciais hídricos.
Um problema social e ecológico já anunciado por Mikhail Sergueiévich Gorbachev, último secretário- geral do Comitê Central do Partido Comunista,é a iminente crise planetária por falta de água potável.
Um dos ícones brasileiros na luta pela preservação das águas, o autor Chico Canindé é também um reconhecido batalhador das questões hídricas. Ele éautor do monólogo “Corre o Risco São Francisco”, interpretado há mais de dez anos pelo colaborador da Seicho-No-Ie do Brasil o ator João Ângelo Vieira, que, entre outros palcos, já mostrou o espetáculo na Faculdade de Direito São Francisco e no Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, recebendo o texto e a interpretação elogios de autoridades.
Alerta – O problema é grave. De toda água do planeta, apenas 2,5% (dois e meio por cento) é de água doce, mas a maior parte dessa água se encontra em forma de gelo nos pólos, outra grande parte em reservatórios subterrâneos inacessíveis, apenas 0,75% (setenta e cinco centésimos por cento), menos de 1% (um por cento), pode ser disponibilizada ao uso humano, seja para sua alimentação, para o asseio e higiene, para o lazer e para a produção rural. E, desse volume, 0,70% (setenta centésimos por Terra, planeta água cento) também se encontra em reservatórios subterrâneos, restando, como águade superfície, apenas 0,05% (cinco centésimos por cento), a vigésima parte de 1% de toda a água do planeta.
Consciência – Será que nos restam apenas nos barbear com a torneira fechada, lavar o carro com balde e fechar o chuveiro enquanto nos ensaboamos?Não. Embora existam um Gorbachev e um Chico Canindé, o Brasil precisa de multiplicadores de consciência ecológica, não apenas em nome da sobrevivência da humanidade, mas como um caminho ético-religioso que nos salvará da ganância, das guerras e da sede.
Depois das guerras por petróleo, as lutas pela água – O alerta veio da Igreja Católica: as guerras deste milênio serão por água. Segundo relatórios da ONU, datados de 2000: “No ritmo atual de poluição e explosão demográfica, as perspectivas são sombrias. Em 25 anos, um terço da humanidade estará morrendo por sede ou contaminação de água. As primeiras vítimas serão moradores de metrópoles e regiões desérticas”.
Num mundo em que as pessoas querem ter mais do que têm porque querem ser mais do que são, não podemos ser extensões de coisas, nem devemos“coisificar” pessoas, nem nosso sorriso deve ser plastificado. Desde já e daqui a 25 anos, quando nosso rosto estiver mais amorenado pelo sol, que não vejamos apenas cifrões no lugar das retinas quando olharmos no espelho. A partir de agora e daqui a 25 anos que nossos olhos se pareçam com riosselvagens, na nossa boca tenha sempre uma palavra da Verdade “Homem, Filho de Deus”, e que no aperto de mão não sintamos apenas um pasteurizado suor frio, mas a força de um punho que prega o amor ao próximo a cada vez que se abre a torneira – e se abre um livro da Seicho- No-Ie.
A fé no dia-a-dia – É preciso abrir mais espaço para Deus neste mundo de calamidades às portas dos nossos quintais. Não falamos da fé que exclui, mas da fé que fala de amor. A fé que humaniza o outro. Muitos querem se tornar importantes sem dar importância aos outros. Precisamos de mais fé na vida. Pela fé, já se abriu um mar, mas, pela falta de amor, está-se vendo os oceanos invadindo a terra. Pela fé, a água já virou vinho, mas, pela falta de amor, atualmente a nossa água só vira esgoto.
Aprendemos na Seicho- No-Ie que é preciso depositar nós mesmos naquilo que sonhamos, a ponto de sermos capazes de, sobre os nossos sonhos, viver e morrer, chorar e cantar, mas, acima de tudo, jamais desistir. Conforme o autor Chico Canindé, que criou o termo hidrossociologia, já aceito pelasmaiores universidades do país, “a mesma água que matou a sede dos nossos ancestrais mantém a nossa vida”. Em outras palavras, caso não consigamos deixar como herança aos nossos descendentes a mesma água dos nossos antepassados, teremos cometido o maior crime da História.
Conforme o Supremo Ilustração: Isamu Araki Vice-Presidente da Seicho- No-Ie, prof. Masanobu Taniguchi, ser religioso é ser ético com as geraçõesfuturas.
A fluidez do espírito– O corpo humano é composto de cerca de 70% (setenta por cento) de água, e para manter- se funcionando normal e sadiamente é necessário ingerir, por dia, de dois a três litros de água limpa, saudável e potável. Enquanto generosamente somos vivificados pelas águas do planeta, o que os nossos espíritos estão fazendo para que as águas continuem a abençoar a humanidade?
Se cruzarmos os braços, daqui a 25 anos, em média, de cada três pessoas uma morrerá por problemas de falta de água, ou em razão de sua contaminação.
O ser humano não é só um acúmulo de comida e água, uma espécie de animal de engorda para um fim obscuro ou inútil. Por isso, precisamos dar maior valor aos nossos passos do que ao mais caro sapato que possamos comprar, precisamos dar maior valor à água queconsumimos do que à tarifa mensal que o nosso dinheiro pode pagar.
O caminho de preservação das águas não será feito só de economia quando ligarmos as torneiras, mas de preparo para propagar nosso valor enquanto filhos de Deus.
Nós, da Seicho-No-Ie, devemos liderar com base nos valores essenciais; fazer escolhas com base em princípios, e não no medo; na ética e não nas conveniências. Porque somente dessa forma seremos capazes de tomar decisões certas em momentos extremos – como este em que vivemos a iminênciada escassez generalizada de água.